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Aprender como fazer um mapa mental é uma tarefa incrivelmente simples que qualquer pessoa deveria conhecer algum dia. As suas vantagens são inúmeras e podem definitivamente transformar o nosso aprendizado.

Imagine você olhar para uma folha de papel, cheia de notas coloridas, e poder recitar frases completas do seu autor predileto? Imagine lembrar-se de conhecimentos profundos de um livro após uma breve consulta nessa anotação?

O mapa mental é uma ferramenta de aprendizado e anotações incrível. Ele possibilita organizar grandes quantidades de informação, reter mais o que você estuda, aumentar a capacidade de marcar e acessar esse conteúdo na sua memória de forma mais precisa.

É um método muito utilizado por atores, grandes oradores e estudiosos. Ele poderia nos ter sido ensinada na própria escola, mas infelizmente não tivemos acesso a isso através dos nossos professores.

Como teria sido mais fácil e proveitoso nossos estudos se soubéssemos como usar mapas mentais!

Com essa técnica, temos também o potencial de resumir um livro qualquer em apenas única folha, não é incrível?

Tony Buzan, o criador dos mapas mentais, enquanto professor universitário, se deu conta que o método tradicional de anotações lineares eram ineficientes para a aprendizagem.

Dessa forma, ele pensou nesse método com o intuito de estimular algumas partes do cérebro. Sobretudo aquelas voltadas exclusivamente para memória e concentração.

Nessa leitura, aprenderemos como fazer um mapa mental que favorece o aprendizado, memorização e acesso às lembranças para qualquer revisão. E também ensinaremos como resumir um livro para aplicar essa técnica.

Leia até o fim e terá finalmente a chance de aprender um pouco mais sobre esse método incrível, que certamente será uma mão na roda para tornar qualquer estudo mais fácil e proveitoso.

 

O Que é Um Mapa Mental e Quais São Seus Benefícios?

como fazer um mapa mentalO mapa mental é uma técnica utilizada para organizar informações através de símbolos, imagens e gráficos. Eles interpretam a interação de seu criador com o próprio conhecimento absorvido por ele.

Todos utilizamos mapas mentais de alguma forma, mas geralmente não os tornamos graficamente representáveis. Quando criamos esses mapas mentais sem formatação, eles são legíveis apenas dentro da nossa mente.

Um exemplo sobre o que é um mapa mental, está quando buscamos uma rota que saia de casa para chegar ao shopping. O mapa pode ser o mesmo que do seu vizinho, mas a perspectiva visual é sempre pessoal, pois é criada na mente do indivíduo com suas próprias referências.

Os dados de referência para marcar esse mapa podem ser imagens daquela esquina com muro amarelo chamativo, a quadra em que ocorreu um assalto outro dia, o quarteirão daquele bar que você morreu de rir com seus amigos.

Os dados podem vir através de sensações, memórias de acontecimentos e pensamentos marcantes que só a sua mente interpreta. Mas aos olhos de outras pessoas, isso não seria um mapa, talvez seria um garrancho sem sentido, sem padrão e também sem nenhuma ordem lógica para elas.

Os benefícios de utilizar esses dados de forma alinhada, para qualquer coisa que se faça, é a certeza que não serão esquecidos com facilidade.

Aprender como fazer um mapa mental pode tornar seu cérebro mais produtivo em inúmeras ocasiões. Desde aprender como estudar melhor para provas, a ser muito mais competitivo em concursos, lembrar-se com maior facilidade ou até decorar um número absurdo de informações agilmente.

A nossa memória relacional é um atributo incrível. Trabalhar ela em um mapa pode nos fazer representar informações com mais precisão, organização e reunir conhecimentos extremamente complexos.

 

Como Funcionam os Mapas Mentais

Os mapas mentais funcionam como representações simbólicas que facilitam o registro de dados, anotações múltiplas e informações fora de sequência. Sem necessidade da anotação linear.

Eles funcionam por articular o pensamento através de um conjunto de imagens, palavras, cores e setas. Isso possibilita dar sentido e ordem as informações com maior compreensão pessoal.

Segundo a pesquisadora e escritora Alexandra Okada, autora do livro Cartografia Cognitiva:

A imagem visual dos mapas mentais, além de facilitar a emergência e articulação de novas ideias, possibilita também memorização, reorganização, reconfiguração fácil e mais rápida.

Os egípcios antigos na sua forma peculiar de como fazer um mapa mental, utilizavam gravuras e símbolos bem curiosos. Todos tinham um significado inteiro sintetizando conhecimentos no lugar de palavras.

como criar um mapa mental para aperfeiçoar o aprendizadoTodas as lições religiosas, leis civis, aprendizados medicinais, filosofias e conhecimentos gerais estavam ali naqueles pilares, muros e do chão ao teto.

Os jovens em desenvolvimento deveriam percorrer o interior de cada templo. Dentro deles, estariam as gravuras passando as lições que lhes permitiriam avançar para uma nova fase da vida.

Todos os cidadãos egípcios passavam por esse percurso. Os templos eram as escolas daquele povo e suas gravuras ou hieróglifos formavam nada mais do que mapas mentais rústicos, mas muito funcionais para contar parábolas de grande ensinamento.

Como fazer um mapa mental que seja eficiente sem essa compreensão de como funcionam, não é mesmo?

Segundo Buzan:

Construir o mapa mental é seguir o fluxo de raciocínio do próprio cérebro, sem intervenções. É normal ficar visualmente bagunçado, mas é perfeito para memorizar e estimular o raciocínio sobre um assunto a ser estudado ou revisado.

Na realidade é sua mente que comanda como fazer um mapa mental. E você apenas organizar as informações.

Vejamos agora alguns benefícios de utilizar o método.

 

Os Benefícios dos Mapas Mentais para a Capacidade de Aprendizagem

como fazer mapas mentais para auxiliar no aprendizadoE por qual motivo os mapas mentais aumentam a capacidade de aprendizado?

O cérebro é dividido em dois hemisférios, o lado esquerdo é basicamente responsável pelas atividades racionais, já o lado direito está voltado para conhecimentos práticos com funções emocionais e lúdicas.

Ao estudar, acionamos a parte esquerda do cérebro, a parte lógica. Constrói-se, assim, o raciocínio e inicia-se a concentração sobre o que está sendo estudado.

Por vez, o lado direito começa a conturbar a concentração com pensamentos de lazer que o deixem mais confortável, considerando que é o lado emocional do cérebro. A tentativa dele é comumente de direcionar o seu corpo para o lazer e o prazer.

Por isso, unir essas funções racionais e emocionais são o que potencializa a concentração e, consequentemente, a memorização do conteúdo.

Quanto mais atento e contente com a atividade que está sendo realizada, maior a possibilidade de enviar o conteúdo estudado para a memória de longo prazo. E a o trabalho cognitivo feito na memória de trabalho também tem notórios benefícios com isso.

Com a mesclagem do raciocínio lógico e escrita com desenhos, setas e cores, a parte direita também é estimulada no processo. Dessa forma é possível utilizar também esse hemisfério do cérebro como aliado na hora da concentração do aprendizado.

As vantagens são tão interessantes que o mapa mental pode ser útil até mesmo para traçar e focar objetivos de vida. Existem relatos de pessoas que realmente utilizam esses mapas mentais como um roteiro passo a passo de como avançar com suas metas sem se perder pelo caminho.

 

Exemplo do Mapa Mental para induzir o Pensamento Radiante

Nosso cérebro não funciona como um computador de forma linear e sequencial, mas sim de modo explosivo e expansivo (radiante). E de uma simples palavra, uma explosão de pensamentos acontece.

A palavra carro!

A partir do momento que você leu e fez algum trabalho mental com a palavra carro, talvez já tenha pensado no seu carro, no trânsito que enfrentará para ir ao trabalho na volta para casa.

Talvez tenha pensado em automobilismo, no carro dos seus sonhos ou no documento atrasado do seu carro e que precisara renovar.

O que o pensamento radiante tem a ver com a forma de como criar um mapa mental?

Tudo!

Para compreendermos melhor, vamos fazer esse simples exercício:

  • No centro de uma folha, faça um círculo e escreva a palavra felicidade.
  • Saindo desse círculo, desenhe cinco linhas.
  • Agora, nas pontas de cada uma dessas cinco novas linhas, escreva as cinco primeiras palavras que lhe vierem à cabeça ao pensar na palavra-chave “felicidade”.

como resumir livros com um mapa mentalNo meu caso, surgiram as palavras “família”, “comemoração”, “dia ensolarado” entre outras. Todas simbolizam realmente o que está no meu mapa mental pessoal quando o assunto é felicidade.

Perceba que não precisa ser algo bem desenhado e a forma como fazer um mapa mental realmente eficiente está nas palavras chaves que serão um gatilho para outras novas.

Dessas cinco palavras geradas, outras cinco poderiam surgir facilmente, e assim infinitamente. Isso é um pensamento radiante, uma palavra que seja objeto de reflexão, nos conduzindo a outras automaticamente, em efeito cadeia.

Esse exercício do pensamento irradiante não se passa da nossa memória relacional em funcionamento. Ela que aproveitaremos na forma de como fazer um mapa mental para resumir um livro mais a diante.

Com isso acabamos de encontrar nosso mapa mental para a felicidade, com várias ligações relacionais bem vivas em nossa mente e que talvez não conhecíamos antes.

Elas representam a nossa própria interpretação pessoal de felicidade de alguma forma. São as palavras certas a serem exploradas para acessar nosso inconsciente e resgatas mais facilmente as informações desse conceito aprendido sobre a felicidade mais tarde.

 

As Regras Essenciais para a Criação de um Mapa Mental

como fazer um mapa mental para resumir um livroAprender como fazer um mapa mental requer algumas regras essenciais para que sua mente interaja e depois possa interpretar sua criação com rapidez.

Vejamos:

 

Palavras-chave

O uso das palavras-chave é fundamental. O que será escrito no mapa é o sumo do sumo. Por vezes, é o resumo de página em apenas uma ou duas palavras.

Além disso, raciocinar para encontrar as palavras-chave é um exercício de fixação para o aprendizado e, por consequência, para a memória as resgatar depois.

Quanto melhor for essa seleção de palavras, mais rápido será para fazer a releitura do seu mapa. Por isso, é importante selecionar bem as palavras-chave do texto que estiver sendo lido.

A sua palavra-chave será seu gatilho mental para a memória reaver todo o conteúdo que está encadeado a ela, e não somente ao significado da palavra, mas do que ela representa para a mente em escala maior dentro do conteúdo sendo estudado.

Não tem um mínimo ou máximo de palavras a serem utilizadas por tópico, a sugestão é que se faça o esforço necessário para resumir o conteúdo em uma palavra.

Se não der, busque por duas. Caso mesmo assim não seja possível, tente acrescentar uma palavra a mais por vez, no limite máximo de dez palavras.

 

Elemento Central

Todo mapa mental é iniciado pelo centro da folha. Primeiramente, define-se um elemento central, como o nome de um livro ou de uma tarefa a ser realizada.

Feito isso, a partir desse elemento serão originados os ramos ou linhas de orientação.

Daqui surge o conceito de Pensamento Radiante, que nada mais é que uma explosão de conceitos e pensamentos sobre determinado assunto, o chamado brainstorming mental.

 

Linhas de Orientação

É a representação e conexão entre os conceitos. É importante que ela tenha características representando o tipo de interação que tem com outros elementos.

Por exemplo, você pode dar mais sentidos ao relacionar os conceitos entre palavras-chave utilizando cetas. Caso queira dar outra interpretação, utilize círculos, triângulos, um projétil saindo de uma arma ou qualquer formato lúdico que simbolize a interação.

Nas linhas de orientação você pode ainda utilizar imagens pequenas e pontuais. Como símbolos aleatórias que deem sentido a essas linhas.

A criatividade é sua aliada e deve ser muito explorada, por mais rústicos e estranhos que pareçam, caso simbolizem um sentimento ou ideia, sua mente vai saber reconhecê-los imediatamente. O importante é que tudo seja feito por você e realmente tenha registrado sua personalidade e pessoalidade.

 

Imagens-chave

São imagens que possam auxiliar como gatilhos mentais. Normalmente, é uma imagem que interprete várias ideias juntas.

É o que acontece com o símbolo das olimpíadas por exemplo, as cinco argolas, cada uma de cor diferente. Elas representam a união dos cinco continentes pelos esportes.

Existem inúmeras imagens representadas por outras pessoas, mas aqui devem vir imagens criadas exclusivamente por você em sua mente. As imagens dão um poder de conexão incrível ao seu mapa mental e podem simbolizar ideias e interpretações complexas sendo resumidas com muito mais inteligencia por você.

 

Cores

A utilização de diversas cores na hora de fazer os mapas mentais vai além da diversão e movimento. Cores diferentes estimulam a parte direita do cérebro, o que quebra a monotonia de uma cor só e, por consequência, aumenta o foco e a concentração.

Além disso, há o fortalecimento da memória visual, uma vez que para o cérebro, aquele assunto acaba se tornando mais marcante e significativo.

É assim que comércios se comunicam com nossa mente as vezes.

A core verde geralmente é utilizada por empresas que cuidam de saúde, o azul é utilizado em firmas que querem passar mais sobriedade, o amarelo estimula o apetite e vermelho dá senso de urgência por exemplo.

Busque dar interação para as cores que for utilizar e circule grupos de palavras que se complementem.

Tente colorir ilustrações, as utilize e combine sabendo que a cor é uma informação em si, que retrata uma sensação, ideia ou alerta a outro modo de pensar sobre o que foi estudado.

 

Você Deve Fazer seu Próprio Mapa Mental

Se a simples utilização de diversas cores já facilita o processo de memorização e aprendizado, não tem sentido a utilização de mapas mentais prontos.

É preciso que você mesmo faça seu próprio mapa mental, por todos os motivos que já foram expostos aqui: memorização, concentração, aprendizado e raciocínio sobre as informações.

O processo de criação é a melhor forma de fixar conhecimento.

Enquanto você está criando, está ao mesmo tempo acessando áreas do cérebro responsáveis por gerar lembranças mais acessíveis no futuro.

Observe como o Renato Alves faz a criação de um mapa mental passo a passo nesse exemplo em vídeo:

Como Fazer um Mapa Mental Descomplicado Com Um Exemplo Passo a Passo

 

Como Fazer um Mapa Mental Para Resumir um Livro em 4 Passos

como resumir um livro

Depois de ter entendido os benefícios dos mapas mentais, bem como as regras básicas para aprender como fazer um mapa mental, é hora de aplicar todos esses conceitos e irradiar ideias (Pensamento Radiante).

Quando lemos um livro, boa parte do que foi assimilado durante a leitura acaba sendo esquecida. E como fazer um mapa mental e organizar o que foi aprendido na memória?

 

1º Passo

No centro de uma folha de papel em branco na posição paisagem, escreva o título do livro ou desenhe uma imagem que possa representar o livro.

Busque utilizar sua imaginação e criatividade desde o princípio com as ideias que aparecerem na sua mente.

Por exemplo. Suponha que a história do livro seja da biografia de um homem que superou dificuldades e tornou-se um sucesso vendendo água.

Então desenhe a figura de um homem cadeirante, carregando um tambor gigante de água nas costas, subindo uma montanha alta, e no topo, seu troféu. Torne a figura caricata e no sentido histórico que ela representa.

Sintetize as ideias visualmente, mas sempre crie em sua mente. Depois exponha, mesmo que o desenho fique horrível, isso é o que menos importa.

O que importa é o engajamento que seu cérebro teve na criação dessa imagem, e acredite, esse é um forte marco para a memorização do conteúdo do livro.

 

2º Passo

Como vimos no conceito de pensamento radiante, vários pensamentos e ideias surgirão nesse momento. É hora de selecionar essas ideias e jogar no papel.

Para ficar mais fácil, desenhe um ramo a partir da imagem/texto central e escolha as palavras chaves que sintetizam melhor o primeiro capítulo do livro. Os represente como os ponteiros de um relógio, sempre no sentido horário para lhe fornecer o senso de ordem em que leu a história do livro.

Escreva o título do primeiro capítulo do livro, que geralmente já resume bem, ou então simplesmente utilize o termo ‘Capítulo I’.

Separe uma cor para cada ramo que sair da imagem/texto central, ou dê outra finalidade e sentido para as cores. E isso pode ser feito conforme você gostou do capitulo para retratar as suas próprias sensações sobre a leitura que foi feita.

Isso deixará seu mapa bem colorido e seu cérebro associará aquela cor a determinada fase da história. No caso, elas poderiam ser a ordem cronica por capítulos do livro.

Segundo Tony Buzam, os ramos precisam ser desenhados em curvas em vez de linhas retas. Por quê?

“Porque um mapa mental criativo com linhas retas é maçante demais para os olhos! O cérebro é sempre mais atraído pelas linhas curvas que existem na natureza.”

Essas linhas podem também receber pequenas imagens, símbolos, palavras e até números. Qualquer forma de representatividade necessária para marcar uma palavra-chave com a outra.

 

3º Passo

Selecione cinco ou mais palavras chaves para cada capítulo. Podem ser subtítulos do próprio livro ou ideias centrais que foram construídas durante a leitura daqueles capítulos.

O importante nesse momento é você reunir as palavras que te levem aos eventos centrais do que foi relevante em cada fase da história.

Lembrar do nome completo de um coadjuvante já pode ser o suficiente para englobar toda a participação dele na história e desencadear todos os eventos importantes que ele participou no livro.

Perceba as características marcantes e retrate elas com figuras, isso pode ser mais efetivo ainda.

O mesmo ocorre com os locais ou eventos que os personagens participaram. É dessa forma que você compreenderá como fazer um mapa mental realmente eficiente, dando nome aos acontecimentos.

É o que ocorre na história de “Os 3 porquinhos”. Quando falamos na “casa de palha”, por exemplo. Lembramos do porquinho desleixado que zombava do lobo, que nem precisou de muito folego para derrubar a casa.

E quando falamos sobre o “sapatinho de cristal” da Cinderela? Isso nos traz lembranças sobre eventos que ocorreram com o príncipe. Seja o sapatinho que se perdeu ou toda a jornada provando o sapatinho de cristal em cada mulher do reino e etc.

Perceba que minha leitura do “sapatinho de cristal” pode ser bem diferente da sua, por isso um mapa é algo bem particular. Ele só funciona quando interpretado por nós mesmos, é a nossa mente que dá o sentido.

 

4º Passo

Agora que você tem um capítulo por ramo, cada um com uma cor diferente, e também escolheu cinco ou mais palavras chaves para cada capítulo, escolha outras palavras chaves para cada uma dessas.

Escolha bem as palavras chaves e faça elas terem alguma relação com os tópicos chave de onde foram retiradas.

Raciocine com calma e escolha termos que resgatarão mais tarde na memória esses eventos centrais de cada capítulo. Se possível, utilize imagens nesse processo, elas podem ser facilitadoras incríveis.

Imagens, símbolos e formas são mais fáceis de lembrar que palavras, além de estimular novas sinapses mentais e vincular elas aos dados utilizados na criação.

como resumir um livroCada ramificação que você puxar de qualquer ideia central deve conter palavras chave ou imagens que desencadeiem um pensamento radiante.

Esse é o segredo de como fazer um mapa mental para resumir um livro de forma memorável. Com esse mapa em mãos, nunca mais precisará reler o livro, basta revisar a história olhando por 2 minutos o que foi gerado pelos seus pensamentos radiantes.

Com o espaçamento entre essas revisões, o livro estará sendo cada vez mais fixado na sua memória, assim como o aprendizado se apresentará cada vez mais consolidado com o tempo. Logo, não precisará mais desse livro e nem do próprio mapa mental, pois o conteúdo em certa altura já estará todo na sua cabeça.

Realmente o mapa mental descomplica o aprendizado e muitas outras tarefas que necessitam de uma grande carga de esforço para serem trabalhadas em nossa mente. No final das contas, resumir um livro é apenas uma das inúmeras possibilidades que os mapas mentais têm para nós.

E garanto que existem outras formas de utiliza-los para funções mais complexas do que exemplifiquei aqui.

Certamente após ler essas dicas, você já compreende o básico para fazer um mapa mental incrível. Essa ferramenta potencializa a memorização e aprendizado sobre qualquer coisa que você tiver lido.

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